30.4.10

Tudo é perecível


Tem vezes que quando a gente deita depois de um dia rotineiro ficamos sem ter no que pensar. Foi em um dia como esse que, sem ter o que pensar, surgiu a idéia de ver um filme: Dear John. Ele me fez refletir sobre algo que nós deveríamos ter sempre em mente: o que é o tempo?

"O tempo cura tudo";
"Nada como um dia após o outro";
"O que é eterno pode durar apenas um segundo";
"Nada do que foi será do jeito que já foi um dia, tudo passa.. tudo sempre passará"
...
Afinal, a que podemos resumir esses pensamentos?!
Qual o verdadeiro papel do tempo?!
Duas semanas podem valer mais que dois meses?!

Não sei. O tempo pode ser um grande aliado para os que querem se curar, e o grande vilão para aqueles que dependem dele para se livrar da saudade. Mas do mesmo jeito que o tempo cura, ele é capaz de nos machucar em um intervalo de um segundo quando, por exemplo, uma suposta verdade não é dita no momento certo. Há também os momentos em que ele está de bom humor, e resolve fazer com que cada momentos sejam intensos, tornando-o assim, supostamente eterno.
A verdade é que ele é decisivo. Faz com que tudo que acontece tenha a capacidade de mudar os rumos de toda a nossa vida em apenas um segundo e, pode ter certeza, bom ou ruim, nada acontece por acaso, "todo erro tem acerto, mal ou bem, tem jeito!".
E aí vai uma pergunta: até quando nós seremos válidos pro tempo?

28.4.10

Um pouquinho de gelo pra adoçar a vida?

Cada vez mais e mais me sobrecarrego com detalhes irritantes que no fim das contas, não importam.
Seria muito mais simples se no final do dia eu não me preocupasse com a doença incurável que se tornou o mundo, mas sim com o sorriso que consegui arrancar de aguem que, mesmo sem perceber, deixa estampado no rosto que não está bem.
Sem duvida, é mais fácil fazer piada da vida do que se irritar com situações irrelevantes. Confesso que me irrita, acho hipócrita,  fingir a falta de interesse em certas situações na vida, ou até mesmo, em pessoas. Mas ai é que tá a solução: encontrar um caminho pra que aquilo que nos incomoda não seja mais tão relevante e lutar pra que isso se torne verdadeiramente um nada.
Eu não sei viver sem a critica (e confesso que me irrito com coisas da vida alheia), mas luto para viver acompanhada pela compreensão.
E ai vai um convite: vamos viver friamente?






27.4.10

Primeira, e quem sabe, unica

Não, eu não sei o que eu estou fazendo. Não sei o que pensar. Mas sei o que estou sentindo.
Sei que não estou aqui simplesmente perdendo meu tempo.


Perambulando entre livros, filmes e seriados, blogs, vidas e textos alheios, não é ao que fazer que eu procuro, mas sim quem exatamente eu sou. Quero principalmente, arrancar de mim expressões que não dependam do que os outros pensam ou sabem [ou pensam que sabem] da minha vida, mas sim do que se passa, de forma mais clara do que nunca, comigo!



Sendo assim, que se inicie essa jornada louca.

O pró é que eu estou fazendo essa postagem 
depois de meses do blog ser criado.
O contra é que ele pode durar somente essa - para o vazio desse meio de comunicação que com o objetivo de unir os desconhecidos, só conseguiu afastar os próximos.

Que seja.




Bem vindo estranho!




Obs: Estou tentando aprender a escrever também!