Prestes a explodir, cansada de burrices... das minhas burrices. Por onde começar quando tudo está uma grande bagunça!?
Não consigo viver sozinha, sempre dependente, sempre apegada demais a alguém e na maioria das vezes a mais apegada. Confio demais nos meus amigos, verdadeiros amigos... ou os que eu assim considerava.
Está certo, todo mundo comete erros, mas 'erro' não se encaixa nesse contexto. Não me imagino convivendo com alguém sem realmente confiar. Tá aí mais um defeito meu: falta de tolerância! Simplesmente não tenho paciência com as pessoas. É aquela velha historia de 'um pouquinho de gelo pra adoçar a vida', sou sempre muito emotiva, muito sincera. As pessoas não gostam de sinceridade. Elas não gostam de estar ciente do que fizeram ou do que os outros pensam delas, não por desleixo, mas por preguiça, por achar que desse jeito está bom.
Mas como confiar em alguém quando descobrimos que ela não gosta de ser aberta com você, quando ela não gosta do que você basicamente mais gosta, mais admira e mais lutou para conseguir. E o mais importante, por que correr atrás disso!? Não vale à pena.
Deve ser pra isso que eu estou aqui, pra ficar ao lado das pessoas as apoiando, mesmo nunca recebendo o mesmo em troca. Deve ser minha sina mesmo.
Não é a primeira, nem a segunda e sei que nem a ultima vez que isso acontece. Agora eu estou, mais uma vez, no ponto zero e enquanto isso eu vou assim, dias sim, dias não sobrevivendo sem um arranhão, vendo o futuro repetir o passado, procurando agulha no palheiro. Mas eu sei que ainda estão rolando os dados... o tempo não pára!