"Pra que sonhar?! A vida é tão desconhecida e mágica que dorme as vezes do teu lado. Calada... calada.
Pra que buscar o paraíso se até o poeta fecha o livro, sente o perfume de uma flor no lixo e fuxica... fuxica. (...)
Pra que buscar o paraíso se até o poeta fecha o livro, sente o perfume de uma flor no lixo e fuxica... fuxica. (...)
Ao mesmo Deus que ensina a prazo ao mais esperto e ao mais otário que o amor, na prática, é sempre ao contrário.
Que o amor, na prática, é sempre ao contrário!
Ah, pra que chorar?! A vida é bela e cruel, despida. Tão desprevenida e exata que um dia... acaba!"
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